Interrupção ou continuação do betabloqueador após infarto do miocárdio: estudo ABYSS (NEJM)
Destaque do congresso da European Society of Cardiology (ESC 2024)
Objetivo: Avaliar se a interrupção do tratamento com betabloqueador é não inferior à sua continuidade em pacientes com histórico de infarto do miocárdio nos últimos 6 meses e com fração de ejeção do ventrículo esquerdo ≥ 40%.
Estudo clínico randomizado.
Número total de pacientes: 3.698.
Conclusão: A interrupção do betabloqueador não se mostrou não inferior a uma estratégia de continuação do seu uso com relação ao desfecho composto de morte, infarto do miocárdio não fatal, acidente vascular cerebral não fatal ou hospitalização por motivos cardiovasculares, e não resultou em melhor qualidade de vida dos pacientes.